quinta-feira, 10 de março de 2016

ATITUDES


Eu acho que pior do que falar que gosta ou que não gosta, que quer ir embora de algum lugar ou se quer ficar, se compra aquilo ou não compra é muito melhor do que se fazer de rogado.
O que mais irrita qualquer pessoa é um ser “songa monga” que não dá opinião ou diz: tanto faz!
Meu Deus, tanto faz é tão vago! E ainda faz aquela cara de quem não tá tomando partido. Tão deboísta. Justamente para se manter neutro. De todos, o melhor dos jogadores. Aquele que nunca fica mal com ninguém. Aquele que sempre fica do lado maioritário. 



E vou dizer, ser deboísta nestes termos não precisa nem ser, porque a hora que alguém se incomodar com a situação, seja um dos dois ou até mesmo terceiros, a pessoa que ficou chateada vai falar e vai falar, vai ser tanto blá blá blá que a orelha vai doer e o bicho vai pegar.
Não seja gato em cima do muro. Seja autêntico. Saiba o que quer. Saiba dizer “sim” e “não” quando necessário. “Talvez”, “O que você achar melhor” e “tanto faz” risque da lista. É extremamente desgastante qualquer relação interpessoal que se baseie nesses termos.
E vão ter aqueles que vão falar: “Eu não sei ser assim.”
SABE! Sabe, sim! Porque quando é algo do interesse da pessoa, ela sabe tomar a decisão que lhe agrada, de fato.
Portanto, seja uma pessoa de valores. Que sabe o que quer e que não deixa os outros em saia justa. Pois em minha opinião, se fingir de morto e fazer vista grossa, pode ser uma boa solução na hora, mas vai acarretar consequências negativas num futuro próximo.


quarta-feira, 9 de março de 2016

ATÉ AONDE VAI O DEBOÍSMO?

Estamos tão estressados e irritados, respondendo uma aspereza com outra que esquecemos que são essas pessoas que se relacionam conosco diariamente. Esquecemos que são essas pessoas que encontramos ao café da manhã ou quase na hora de ir dormir ou apenas se possível, fazer uma refeição qualquer, que não dedicamos um pedacinho da nossa paciência. Daquela tal consideração que temos até com os desconhecidos e conhecidos mas não dispomos com os íntimos. Estamos tão cansados da “pisar em ovos” o dia todo, com as pessoas que pagam nossos salários no final do mês, que quando chegamos em casa, faculdade, curso ou qualquer outro lugar que nos permita respirar depois de um dia intenso, a nossa paciência está no nível abaixo de zero.



O chefe chato, a colega de trabalho que faz a parte dela “nas coxas” e você tem que arrumar para a sua ficar parametrizada, na hora do almoço seu pedido vem errado e você tem que reclamar para a atendente que faz cara de má vontade na sua única hora de descanso, do trânsito que não colabora para você chegar mais em casa e descansar uma hora a mais, o transporte público que emite puro desconforto e por aí vai as mais diversas situações que enfrentamos.  



Então quando você chega em casa e as pessoas estão reclamando, você quer contar como foi seu dia, mas as pessoas querem medir força do quanto o dia delas foi muito pior que o seu. Você quer ouvir, mas já falou o dia todo ao telefone ou ficou conversando com clientes e fornecedores, e, já que não é possível ser ouvido, quer se dar ao direito de não ouvir ninguém também. 
Ou na faculdade que você quer se manter acordado, mas o cansaço está tão intenso que você meio que “pesca” no meio da aula. O professor não admite que ele tenha preparado a aula por tantas horas e você não seja capaz de ficar acordado ouvindo o excelente conteúdo por apenas 1 ou 2 horas.  É um frenesi. É uma loucura. Quase motivo para te internarem num manicômio.





Esse texto não indica solução. Esse texto também não é desabafo. 
E sim, uma ilustração de como anda a vida rotineira dessa geração que corre contra o tempo para crescer em uma idade que ainda não temos que colher os frutos. 
O mundo não nos deixa apreciar o plantio. Querem o fruto maduro sem deixar o seu tempo biológico desenvolver naturalmente. Coloca agrotóxico, você entrega com a mesma beleza e com baixa qualidade. E C’est la Vie!!!



O que isso tem a ver com o deboísmo? TUDO!

Acredite se quiser, mas com a demanda de tarefas, a forma como corremos para dar conta de tudo, dormindo o menor tempo possível para fazer nosso dia rendar sempre um pouquinho mais, faz com que esqueçamos de levar as coisas mais “de boas”, e assim, termos menos paciência com familiares e amigos.

Mas então pergunto: até onde vai o deboísmo? 
Quando respondemos da forma que não é esperada ou explodimos com algo que nos contrariou, mesmo que seja algo irrelevante, falam: “Nossa, você é sempre assim! Não dá para conversar 5 minutos bem com você.”




Mentira! Se colocarmos no comparativo por mês será que explodimos os 30 dias seguidos? Acho meio difícil. Por isso eu falei que o deboísmo tinha tudo a ver com a trama do início do texto. Porque as pessoas que se relacionam conosco também não estão tãããooo tolerantes. A via é de mão dupla. Por isso a dificuldade de equilibrar essas questões diariamante.



Como eu disse, esse texto não apresentava soluções, mas uma maneira de nos identificarmos. De ver que não é só você quem enfrenta essas questões e acontecimentos. E cabe a você como contornar e não deixar isso se tornar tão pesado no seu dia-a-dia.



Portanto: se tiver que ser deboísta, que sejas. E se tiver que ser de “tretas”, que sejas também. ;)



terça-feira, 8 de março de 2016

CARTA PARA MIM MESMA BASEADA EM CRÔNICAS

Quando faço uma pausa das obrigações diárias – entre o café da manhã e começar a trabalhar, almoço e retornar ao trabalho e por fim, entre o trabalho e ir dormir, penso em tudo que eu queria fazer ou que queria ter feito e não deu tempo. 

Penso que eu poderia ter umas 5 Danielas. Uma para cada tarefa.
OK, quem não pensa isso?! Tão clichê! Mas nesse texto o foco da questão é outro.
Sim, todas as coisas que queremos estar conectados, mas não conseguimos fazer.
Não é que fazemos por obrigação para estar conectados socialmente com o mundo. Queremos porque gostamos dos temas. E depois, porque queremos ter o que conversar com todos à nossa volta. 



Eu queria ter mais tempo para colocar as minhas séries em dia, assistir Netflix loucamente como vejo algumas pessoas postarem no Facebook. Mas também quero ler os livros que tanto almejo. Alguns já comprados e que se encontram numa fila para serem lidos.
Queria estudar mais. Até mesmo os cursos online gratuitos. Ou testar novas receitas mais desafiadoras e demoradas no preparo. Comprei um livro de culinária em dezembro de 2014 e até agora só testei uma receita desei lá... 200 que estão no livro.  


Ligar mais para as amigas. Sair mais. Conversar mais. Além do Whatsapp. Aquela coisa de contato físico. Porque a gente só convive com as mesmas pessoas por comodismo financeiro. Ou por estarmos ligados intensamente no dia-a-dia, participando assiduamente das conquistas e das tristezas.
Alias, nota-se que quase todos os tópicos acima entre outros se encaixam nessa questão.
A falta de tempo é uma consequência também da falta de dinheiro. 
É como estar sempre em dia com as tendências da moda mas não ter capital para colocar as lições aprendidas em dia. Sem contar a tal das prioridades. 
E cada vez mais suas listas vão se restringindo em níveis de prioridade e os supérfluos – não precisa de nível porque supérfluo é supérfluo, vão sendo deixados para o próximo mês e de novo, e de novo, e de novo...



Eu gostaria de viajar mais. Conhecer novos lugares. Novas pessoas. Ouvir novas experiências, novas músicas. Enfim...coisas novas. 
Contudo, vou aos poucos, vou absorvendo um pouco de cada pessoa que esbarro com um toque de um mutante da Marvel para me sentir mais viva do que eu já sou. Viver intensamente mas com parcimônia. 





segunda-feira, 7 de março de 2016

Saindo do forninho...uh uh uh




Olá Pessoal!!!!

Depois de muuuuuiiiitoooo anos, resolvi dar uma repaginada na cara do meu antigo blog, expandir o portfólio de assuntos e trazer um pouco mais da Daniela que eu sou hoje.
Já formada, um pouco mais vivida e com novas experiências para contar. Além disso, quero ter uma espaço para desenvolver assuntos de lifestyle e colocá-los em forma de crônica à disposição de vocês.

Então se preparem para ver e ler de tudo um pouco.