Quando faço uma pausa das obrigações diárias – entre o café
da manhã e começar a trabalhar, almoço e retornar ao trabalho e por fim, entre
o trabalho e ir dormir, penso em tudo que eu queria fazer ou que queria ter
feito e não deu tempo.
Penso que eu poderia ter umas 5 Danielas. Uma para cada tarefa.
OK, quem não pensa isso?! Tão clichê! Mas nesse texto o foco da questão é outro.
Sim, todas as coisas que queremos estar conectados, mas não conseguimos fazer.
Não é que fazemos por obrigação para estar conectados socialmente com o mundo. Queremos porque gostamos dos temas. E depois, porque queremos ter o que conversar com todos à nossa volta.
OK, quem não pensa isso?! Tão clichê! Mas nesse texto o foco da questão é outro.
Sim, todas as coisas que queremos estar conectados, mas não conseguimos fazer.
Não é que fazemos por obrigação para estar conectados socialmente com o mundo. Queremos porque gostamos dos temas. E depois, porque queremos ter o que conversar com todos à nossa volta.
Eu queria ter mais tempo para colocar as minhas séries em dia, assistir Netflix loucamente como vejo algumas pessoas postarem no Facebook. Mas também quero ler os livros que tanto almejo. Alguns já comprados e que se encontram numa fila para serem lidos.
Queria estudar mais. Até mesmo os cursos online gratuitos. Ou testar novas receitas mais desafiadoras e demoradas no preparo. Comprei um livro de culinária em dezembro de 2014 e até agora só testei uma receita desei lá... 200 que estão no livro.
Ligar mais para as amigas. Sair mais. Conversar mais. Além do Whatsapp. Aquela coisa de contato físico. Porque a gente só convive com as mesmas pessoas por comodismo financeiro. Ou por estarmos ligados intensamente no dia-a-dia, participando assiduamente das conquistas e das tristezas.
Alias, nota-se que quase todos os tópicos acima entre outros se encaixam nessa questão.
A falta de tempo é uma consequência também da falta de dinheiro.
É como estar sempre em dia com as tendências da moda mas não ter capital para
colocar as lições aprendidas em dia. Sem contar a tal das prioridades.
E cada vez mais suas listas vão se restringindo em níveis de prioridade e os
supérfluos – não precisa de nível porque supérfluo é supérfluo, vão sendo
deixados para o próximo mês e de novo, e de novo, e de novo...
Eu gostaria de viajar mais. Conhecer novos lugares. Novas pessoas. Ouvir novas experiências, novas músicas. Enfim...coisas novas.
Contudo, vou aos poucos, vou absorvendo um pouco de cada pessoa que esbarro com um toque de um mutante da Marvel para me sentir mais viva do que eu já sou. Viver intensamente mas com parcimônia.




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